quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal e um Ano de 2010 recheado de saúde

DESEJO UM FELIZ NATAL E ANO NOVO DE 2010 A TODOS
Postal da Escola c/desenho da minha filha Sofia (5 anos)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

VI Encontro do Luso-Poemas (5 de Dezembro 2009) em Braga- Apresentação da antologia “Trago-te um sonho nas mãos”



















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Vídeo - Apresentação do livro "Trago-te um sonho nas mãos" Mosteiro de Tibães no VI Encontro do Luso-Poemas


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(Texto de António MR Martins)
Sábado, 5 de Dezembro…Às 6h 30m já estávamos fora de casa a caminho da cidade de Braga, que mais tarde acolheria os Luso-Poetas, vindos dos mais diversos lugares deste Portugal poético, no belíssimo Café Vianna, inserido num edifício de majestosas fachadas. Foi o dia do VI Encontro Nacional do Luso-Poemas…Primeira paragem em Coimbra, mais propriamente em Santa Clara, como tanto o Pedro Baptista gosta que se diga, para o irmos buscar em termos da boleia prometida (a partir dessa hora mais um Luso era colocado a caminho de Braga, Xavier Zarco…).Breves quilómetros à frente, mais precisamente na área de serviço da Mealhada/Cantanhede, nova paragem para nos anexarmos a outro grupo de intervenientes no evento. Conforme combinado, lá estava a Vóny Ferreira (implementadora da antologia “Trago-te um sonho nas mãos”. Este livro iria ter a sua apresentação, como parte integrante do programa estabelecido pela generosa organização do evento, onde saliento José Torres e Roque Silveira. Esta obra, desenvolvida por alguns dos grandes Luso-Poetas, teve, e tem, por fim ajudar a Instituição ASAS, de Santo Tirso, que tem o seu papel principal na recepção de crianças necessitadas, portanto uma atitude altamente dignificante e louvável.), vinda de Leiria, com os seus acompanhantes e, surpresa das surpresas, por lá já encontrava Cristina Pinheiro Moita, ou seja a Mim deste sítio. Após a tomada do café da ordem retomámos viagem, agora com um grupo bem mais composto. E lá continuámos em direcção a Braga…Lá chegados, prontamente procurámos saber da localização do local de encontro, o aludido e referenciado café, que afinal de contas se situa no verdadeiro centro da cidade. Foi a apogeu o encontro inicial, para muitos reencontro, para outros o conhecimento puro e humano, para além do virtual. Ali estavam o José Torres, a Roque Silveira, a MathildeGonzalez, ConceiçãoB, Nitoviana, Caopoeta, FreitasSantero, Rosafogo, Moreno, JSL, Animarolim, Ana Martins, AbreuDiogo, FlávioSilver, Pedra Filosofal, Cleo, Vanda Paz, Olema Correia, Francisco Boaventura, Horroris Causa, Ilia Mar, Alemtagus, Valdevinoxis, Los, Henrique Cachetas, entre outros que neste momento não me ocorre o nome. Depois foi a reunião em fila automóvel com destino ao local do almoço, a churrasqueira Martins, nos arredores de Braga.Continuou a belíssima confraternização, em salutar convívio, e as surpresas do conhecimento e do reencontro não pararam, mais nomes a aparecerem no local, LuciusAntonius, Rosamaria, entre outros, e a enorme surpresa da tarde a presença da brasileira Ibernise, distinta usuária deste “site”, que fez com que este encontro se tornasse internacional, ou Luso-Brasileiro, conforme quiserem. Ibernise, uma senhora da escrita, muitíssimo afável e carinhosa, para com todos nós. Foi um prazer enorme ter com ela convivido, meu agradecimento particular.Passado o tempo para almoço, reuniram-se as”tropas”, e, lá fomos no encalço do local que nos levaria ao êxtase das palavras e da comunicação, para além do conhecimento e da cultura, pela visita que antecedeu o lançamento da obra já referida, o Mosteiro de Tibães. Grandioso monumento de uma beleza ímpar, que se encontra em gradual trabalho de conservação e manutenção, mas que nos transmitiu muitas histórias da História, pela exemplar visita guiada. Aqui, mais alguns nomes da escrita e deste sítio se juntaram aos já referidos, onde referencio a Carolina, e aos omitidos pela memória não registada. Depois da visita, a reunião no espaço concebido para situações idênticas à que teve lugar nesse meio. Foram momentos únicos, onde a mesa de honra, composta por (da esquerda para a direita) Roque Silveira, José Torres, representante da ASAS, Vóny Ferreira, Ibernise e Pedro Baptista, pela Temas Originais (Xavier Zarco, no Luso), nos elucidou sobre o decorrer da organização, das dificuldades que foram tendo e de tudo o que com o evento se relacionou. Da representante da ASAS o agradecimento. Da Ibernise a informação de toda esta interacção, da Vóny todo o desenrolar da obra em questão e da colaboração dos autores nela inseridos e do Pedro a recepção dos trabalhos e conclusão do livro. De seguida leu-se poesia por diversos intervenientes (Vóny, Mim, Armindo (um autêntico espectáculo), Diogo, Valdevinoxis, Alemtagus, Moreno, Xavier Zarco, entre outros). No final da sessão todos os Lusos foram presenteados com luminuras e mapas antigos, da cidade dos arcebispos, entregues por Roque Silveira e por uma belísima escultura da autoria da artista Olema Correia, sogra do grande incentivador e cabeça da organização do evento, José Torres.Estivemos sempre acompanhados da chuva, por vezes a cair fortemente, mas tal não foi entrave para o agradável continuar da nossa reunião e convívio, que daquele local se transferiu para um café do centro de Braga, de que é proprietário um outro usuário desta casa, Paulo Themudo. Espaço muito intenso, onde intensa continuou a ser a empatia que foi revestindo todos os momentos que se foram passando. Ali novos elementos do Luso se juntaram (uns porque não puderam estar mais cedo, pois tiveram de trabalhar nas suas reais profissões, outros porque só por naquela altura chegaram a Braga) tais como, poesiadeneno, Alexis e uma outra que me apraz registar, sobremaneira, um imenso Mar… Margarete. Foi um momento muito alto para mim, ter tido a hipótese de a conhecer pessoalmente, aquela linda mulher, tal como o são suas palavras, que admiro imenso, desde a minha primeira hora no Luso e do desenrolar do conhecer do mesmo, sou fã da sua escrita, ela sabe-o bem.Finalmente, o epílogo do dia que decorreu pela noite fora (até depois das 2 horas da madrugada, em casa do José Torres, na periferia de Vila Verde). Após o jantar (o frango teve o paladar do faisão, pelo fulgor criado à volta daquela ambiente, que jamais esquecerei…). Houve música, leitura de poesia, cânticos diversos, soaram anedotas, houve amena cavaqueira, enfim foram momentos de pura magia e inesquecíveis.Agora, uma palavra de sincero agradecimento ao anfitrião José Torres: - Eu e a Luísa estamos deveras gratos por tudo. Obrigado família Torres.Agora ficamos a aguardar a realização do próximo encontro…Até lá!

António MR Martins